Copa do Mundo

Com 66% de aproveitamento, Brasil faz 46º jogo em mata-mata de Copa

Seleção Brasileira tem vantagem nos confrontos decisivos de Copa do Mundo nas 45 partidas que disputou na história

(Crédito: Nelson Terme/ CBF)
Destaque nessa Copa, Vini Jr marcou na última vitória em mata-mata, em 2022

Publicado em 29 de junho de 2026, às 12h00

Por Raoni David

Quando enfrentar o Japão nesta segunda-feira, 29 de junho, às 14h no horário de Brasília, em Houston, pela fase de 16 avos da Copa do Mundo dos Estados Unidos, México e Canadá, a Seleção Brasileira estará em sua 46ª partida eliminatória na história dos mundiais. O retrospecto é positivo, com 66,7% de aproveitamento e 95 gols marcados. Com 8 gols, Leônidas da Silva e Ronaldo são os maiores artilheiros brasileiros nos mata-mata de Copas.

Dos 45 jogos em mata-mata dos mundiais o Brasil venceu 28, foi derrotado em 11 vezes e teve seis empates. Marcou 95 gols e sofreu 63, tendo um total de 66,7% de aproveitamento. São 33 jogos contra europeus, 8 contra sul-americanos; 2 contra países da Concacaf; e um da Ásia e outro da África.

Nestas seis igualdades, o Brasil se deu melhor nas penalidades em três oportunidades. Ao conquistar o tetracampeonato, em 1994; ao avançar à decisão do título, em 1998; e ao chegar à semifinal na Copa do Mundo de 2014. Por outro lado, foi derrotado nos pênaltis nas quartas de final das Copas de 1986 e 2022. Na edição de 1938, sem prorrogação ou pênaltis previstos, jogou novamente com a Tchecoslováquia num jogo-desempate, quando venceu e passou à semifinal.

Das 11 doloridas derrotas, uma foi na final de 1998; duas em disputas de terceiro lugar em 1974 e 2014; outras duas em semifinais, em 1938 e 2014; quatro em quartas de finais, em 1954, 2006, 2010 e 2018; e mais duas em oitavas de final, em 1934 e 1990. Neste caso cabe a explicação de que o confronto com o Uruguai, pela Copa do Mundo do Brasil, em 1950, não era uma final direta, e sim a última rodada do quadrangular decisivo previsto naquela edição de mundial.

O histórico de 28 vitórias foi construído especialmente no pentacampeonato, já que foram 16 triunfos em mata-mata de competições vencidas pelo Brasil, com destaque para o título de 2002, quando a seleção comandada por Luiz Felipe Scolari venceu os quatro confrontos eliminatórios que fez.

Principais rivais
Chile, Itália, França e Holanda são os países que mais enfrentaram o Brasil em decisões nos mundiais, tendo 100% de aproveitamento diante dos chilenos e vantagem contra os italianos, que saíram vencedores apenas uma vez. Já contra franceses e holandeses o Brasil tem desvantagem, pois venceu ambos apenas uma vez, colecionando duas derrotas para cada. Quando empatou, avançou contra a Holanda, em 1998, mas foi eliminado pela França, em 1986.

Além dos europeus, a única seleção que já derrotou o Brasil em um mata-mata de Copa foi a Argentina, que venceu o confronto pelas oitavas de final da Copa do Mundo de 1990, na Itália, por 1 a 0.

Os artilheiros
Leônidas da Silva e Ronaldo, com oito gols cada, são os maiores artilheiros do Brasil em confrontos de mata-mata de Copa do Mundo. O Diamante Negro marcou um na Copa de 34 e os outros sete na edição seguinte. Já o Fenômeno fez três no mundial de 1998, outros quatro em 2002 e mais um em 2006.

Com sete gols, Pelé e Vavá aparecem na sequência, enquanto Garrincha e Rivaldo marcaram quatro vezes cada. Com três gols e presente na Copa do Mundo deste ano, Neymar está empatado com Bebeto, Jairzinho, Perácio e Romeu. Careca, César Sampaio, David Luiz, Rivelino, Robinho, Romário e Tostão marcaram duas vezes cada.

 



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