
O Santos confirmou o tricampeonato paulista ao vencer o Guarani nos dois jogos da final (3 a 0, em partida de ida, e 4 a 2, na volta). Além da felicidade da torcida santista, as mães dos atletas foram as grandes homenageadas com o título. Em pleno ‘Dias das Mães’, o volante Arouca e o meia Paulo Henrique Ganso não prestaram sua solenidade após a conquista.
Para o volante Arouca, esse foi o melhor presente que ele poderia oferecer nessa data especial. “Desejo um parabéns a todas as mães do mundo. Nada melhor que esse troféu para a minha mãe querida. Se não fosse a força que ela me deu em momentos difíceis na carreira eu não estaria aqui. Te amo mãe”, comemorou o atleta.
Assim como o companheiro, o meia Paulo Henrique Ganso também lembrou da família com o título. “A ficha está caindo por esse momento maravilhoso. Queria dedicar esse título para a minha mãe. Quem sabe agente não traz a Libertadores também. Esse grupo é muito humilde e todos estão muito felizes com o tricampeonato“, contou.
Presidente
Vila Belmiro
Pode parecer contradição, mas a escolha da Baleia, um mamífero, para representar um clube que tem o apelido de peixe faz sentido. Primeiro, porque a Baleia representa o maior animal marinho e, depois, porque a Orca é uma espécie que pode ser encontrada no litoral santista durante seu fluxo migratório. Além das cores branca e preta do animal, o que realmente identifica a Baleia como símbolo do Santos é a força similar de sua torcida.
Recentemente, a mascote foi reestilizada, ganhou um nome – Baleião – e companhia, o Baleinha. Quando do apelido de peixeiros recebido em 1933, no primeiro ano de profissionalismo do nosso futebol, por torcedores de São Paulo, não é demérito, mas honra para os moradores da cidade praiana.