Paulistão Itaipava

Técnico diz compreender torcida do Palmeiras e elogia reservas que entraram

(Crédito: Marcos Ribolli)

Publicado em 17 de fevereiro de 2017, às 09h20

O Palmeiras bateu o São Bernardo na noite da última quinta-feira (16) por 2 a 0, no Allianz Parque, com cerca de 25 mil torcedores presentes e retomou o caminho da vitória no Paulistão Itaipava. Porém, no primeiro tempo, as coisas não estavam correndo bem e Eduardo Baptista buscou na força do elenco a chave para a vitória.

Com as entradas de Raphael Veiga e Michel Bastos, o time melhorou e passou a colocar mais a bola no chão, resultando em jogadas mais perigosas e com maior troca de passes entre os companheiros. Keno também saiu do banco para auxiliar a equipe dentro das quatro linhas.

“Tivemos 60% de posse entre meio-campo e campo adversário. Conseguimos ter uma posse ofensiva, com passagens dos laterais. Duas jogadas laterais resultaram em gols. Os meninos entraram bem. Precisávamos da bola no chão, o Veiga fez muito bem. O Michel dá opção de profundidade, mas pode jogar com o pé invertido também”, comentou o treinador.

Quando, no início do jogo, o desempenho do Palmeiras não era o esperado, parte dos torcedores presentes vaiaram o comandante e chegaram até a pedir o retorno do técnico campeão brasileiro Cuca. Apesar disso, Eduardo Baptista não se abalou e avaliou como uma atitude normal dos torcedores.

“Se não me engano, vieram 25 mil pessoas, numa quinta-feira. Se eles não vêem um bom futebol, têm que reclamar mesmo, jogar o time para cima. E a gente lida muito bem com isso. Mas a gente não pode querer resolver com a torcida, tem que resolver no campo. Fizemos dois gols, um segundo tempo muito bom, e a torcida veio junto. Essa mudança tem que ser no dia a dia”, finalizou.

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